iPad em Cabine

Recentemente, resolvi aventurar-me a encarar um dia inteiro de cabine munido somente do meu iPad. Para isso, escolhi um evento relativamente tranquilo (trabalho infantil, nada técnico). Também deixei para levar somente no terceiro dia do evento, quando já tinha pego bem o “jeito” do negócio. Abaixo, listo as conclusões – negativas e positivas – que me levaram a decidir continuar levando o meu netbook pra cabine, exceto em casos isolados.

Pontos Positivos

Facilidade / velocidade. O iPad é assustadoramente rápido. Você toca algo, abre imediatamente. Você liga ele pela manhã, em 19 segundos ele esta prontinho pra funcionar.No fim do dia, ainda tem bateria.

Apps pra tudo. Pra tudo tem uma app. Tenho dicionário em português, inglês e bilingue. Tenho links pros meus glossários e vocabularios online. Usando o Dropbox, tenho acesso a todos os meus materiais de apoio pra cabine, bem como outras fotos, doc e pdf, ppts e outros, para as apresentações de tradução simultânea.

Praticidade. O iPad cabe em malinhas ínfimas, tem wifi e 3G. Faço consultas em menos de 7 segundos. Tenho a capinha official da Apple que aparece aí embaixo, que dobra de forma a deixar o iPad angulado. Fica igualzinho àqueles PADDs que o pessoal usava no Jornada nas Estrelas TNG.

Tamanho. Estão falando que, no meio do ano que vem, será lancado um iPad menor, de 7 polegadas. Só que aí eu acho que seria pequeno para o teclado virtual ser de fácil manuseio. O tamanho atual tambem permite uma visualização de tela excelente, sem ficar pesado ou difícil de segurar, até mesmo quando deitado e com o iPad sobre o peito.

Tela. A tela é simplesmente linda. Dá de 10 a 0 em qualquer notebook ou netbook que eu ja tenha visto. Muitas vezes eu tô sentado na frente do computador e prefiro ver determinado site no iPad. Sem falar que dá pra ver MUITO mais de um documento, página ou imagem. É muito natural simplesmente tocar um documento, empurrar ele pra cima e ver instantaneamente o que vem abaixo.

Controle. Agora que saiu o iOS 4.2.1, que unifica todos os dispositivos da Apple a partir do 3GS, temos multitarefa e é tudo muitissimo facil de usar.

Compartilha Wi-fi e conexao TIM e Claro. Ele mesmo não tem 3G (esta versão do iPad era mais cara do que a versão só com Wi-fi, que foi a que comprei), mas compartilho a conexão do meu modem portátil da Claro ou a conexão de dados do meu 3GS, da TIM.

Bateria. Sob uso constante, wifi ligado e jogando um pouquinho de Angry Birds, a bateria dura exatamente 1 diária + 2 horas extras.

Pontos Negativos

MSN. O mensageiro instantâneo ocupa a tela toda. Não da pra abrir so uma janelinha, tem que entrar no programa mesmo. Nada de mais não, mas podia não ser assim. Só não sei como.

Mais de uma janela. Não tem como ter mais de um programa aberto ao mesmo tempo, ou ver mais de uma coisa de cada vez.

Planilhas. Embora o iPad tenha um processador de texto bem potente e também um aplicativo de planilha, eu não consigo facilmente visualizar as minhas planilhas de contabilidades e investimentos no iPad. Pode ser por causa dos gráficos, ou pode ser uma limitação do processador mesmo - eu não sei.

USB. Se você não levou as apresentações de casa, ou se o palestrante as trouxe pra você na cabine, azar o seu. Você não vai ter onde espetar o pendrive.

Quando levar? Concluindo, eu levaria o iPad, no lugar do netbook, nas seguintes circunstâncias:

  • Eventos de acompanhamento
  • Consecutiva, em pé, sem espaço
  • Quando não tiver tradução / revisão pra fazer em cabine.

Spicing up your translations with little-used expressions

Original article by Corinne McKay, from Thoughts on Translation.

At last summer’s Translate in the Catskills conference (I know, I talk about this conference all the time…it was great!), instructor Grant Hamilton commented that he had never seen a translator use the expressions “giving short shrift” or “paying little heed.” Grant’s point was that most translators stick to the path of least resistance, the expressions that they’ve used over and over again when writing their translations.

Since then, I’ve been making a deliberate effort to spice up my translations with expressions that are accurate but that give the translation a flair that hackneyed phrases don’t have. I’ve found that even boilerplate legal documents are more engaging to read when you really focus on writing well. I think it’s important (especially in legal documents) not to sacrifice meaning for style, but especially if you write for direct clients, compelling style can be a real boost for your translations.